sábado, 20 de junho de 2015

A música, o reggae

   A música, para além de uma grande companhia representa em mim um estado de espírito. A coisa que mais aprecio numa pessoa é a música que ela ouve e o que dela retira. Não discrimino ninguém pelo seu género de música ou falta dele, simplesmente, a partir de todos os géneros de músicas e preferências deles tirados percebo certas características dos que me rodeiam, porque, na verdade, a música diz mais do que nós podemos imaginar sobre nós mesmos. Sinto, quando ouço música, uma libertação que não consigo sentir de qualquer outra forma, talvez seja por isso que, esteja eu onde estiver, a música está comigo.
    No meio de tanto género de música eu valorizo o reggae, não aquele que apenas pede a legalização da erva, isso NÃO É REGGAE. O reggae está na felicidade de viver, na simplicidade e na natureza. O verdadeiro reggae é aquele que traz com ele a tranquilidade e libertação.
    Desde muito nova me foi incutido o espirito da liberdade e eu sempre usufrui dele. Lembro-me perfeitamente dos domingos a ouvir Bob Marley com o meu pai e do reggae dos anos 60. Recordo o meu primeiro festival de verão que foi na base do reggae e da minha primeira rasta. Recordo tudo o que tenha a ver com essa minha educação que apesar de libertadora sempre valorizou os valores e hoje, afirmo que O REGGAE NÃO É FONTE DE ERVA e todas as criticas que fazem a pessoas que apreciam esse género de música e que adoptam um estilo diferente do normal não devem ser rotuladas.
    Adoro o reggae, faço coleção de tudo o que tenha a ver com o reggae e principalmente com o Bob Marley (o rei do reggae) e não é por isso que tenho hábitos fora do normal. Vejo o mundo como os outros, sonho muito e liberto-me na música.

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