segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Efemeridade da vida

 Quanto mais o tempo passa mais me torno pensativa, talvez em torno de um nada indefinido no meio de tanto sitio lotado de pessoas vazias. Sinto-me assim, entre o tudo e nada e quando me sento nesse jardim que costumava ser tudo olho em volta e daí não extraio nada para além no inadiável da vida.
 Tudo o que nasce morre e a lei da vida será sempre esta. Acredito que vim ao mundo para cumprir uma missão e só quando essa estiver cumprida partirei, porque eu sou assim, pessoa de cumprir a palavra. Talvez seja mesmo isso que o carpe diem representa para mim, um misto de intensas sensações vividas à luz da efemeridade da vida.

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